O jardim zen, economia criativa e desenvolvimento
A cidade de Xangai é um exemplo de como a economia criativa é a grande estratégia de desenvolvimento do século atual. Lala Deheinzelin explica as razões.
A cidade de Xangai é um exemplo de como a economia criativa é a grande estratégia de desenvolvimento do século atual. Lala Deheinzelin explica as razões.
Críticas dirigidas ao Ministério da Cultura por representantes do setor audiovisual têm por trás a disputa por verbas públicas para a produção de filmes e o desejo de manter os recursos centralizados. Artigo de Gustavo Gindre
A proteção dos direitos autorais envolve mais do que oficializar a autoria de uma obra. A criatividade é que está no centro da questão. Artigo de Carvalho Lins.
O Estado começa a reconhecer a importância da participação direta da sociedade civil para a construção de políticas públicas culturais. Artigo de Marcio Meira, do Ministério da Cultura.
Carvalho Lins desliga a cultura da associação com as regras do mercado, e disseca o conceito mais amplo e significativo dessa palavra
Carvalho Lins diferencia a cultura pobre da cultura proveniente da pobreza
Geraldo Maia fala sobre o conceito de “acidentes culturais” e os direitos de consumidores e produtores culturais
A partir do novo decreto para a Lei Mendonça, Paulo Pélico faz uma análise das carências que afetam a produção cultural e artística no Brasil
O gerente da Secretaria de Políticas Culturais do Minc discorre sobre as mudanças e desafios para a administração pública na área da cultura
Ana Carla Fonseca entrevista a Associação Quilombola de Conceição das Crioulas, que em pleno sertão pernambucano, conseguiu promover o desenvolvimento e a sustentabilidade da comunidade.
Lala Deheinzelin fala sobre a importância da chamada Economia Criativa para um movimento de trasnformação no setor cultural e o atraso do Brasil nessa questão
Na mesma semana em que se realiza a Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação em Tunis, Marcos André Carvalho Lins analisa as repercussões dos conceitos de “sociedades de conhecimento” e “sociedades de informação”.