A respeito dos novos fetichismos visuais
As novas corporalidades dos feitiços visuais. Assunto de conferência da Unesco e tema da mais recente pesquisa do filósofo italiano Massimo Canivacci.
As novas corporalidades dos feitiços visuais. Assunto de conferência da Unesco e tema da mais recente pesquisa do filósofo italiano Massimo Canivacci.
Quem acompanha os cadernos culturais dos grandes jornais ou até mesmo os quadros sobre comportamento e cultura dos programas de maior audiência das tvs – abertas ou por assinatura – tem ouvido e lido com muita frequência a expressão “estética da periferia”. Esse fenômeno à primeira vista poderia ser entendido como um grande avanço democrático, ou seja, uma revisão de postura por parte da grande mídia brasileira.
Os equívocos que envolvem a arte e o ensino. A visão da imprensa especializada que trata a arte como panacéia, instrumentos de “mágicas” transformações.
A relação entre o Direito e a Cultura que a princípio sugere antagonismo e rejeição, mas que, contrariamente a essa relação, demonstra existir um suporte mútuo.
Na busca da cômoda ilusão de ver um mundo ordenado e deter o incômodo do desconhecido, o homem usa do poder da palavra, subtraindo do ser a sua existência, mergulhando-o no nada da linguagem.
Márcio Souza trata da tendência de reduzir a literatura em segmentos de mercado. O leitor deixa de existir em detrimento da lógica do consumo.
“Ações empresariais que têm na Cultura um veículo para o resgate da cidadania intervêm em um quadro de instabilidade social, partindo da percepção de que a empresa tem, em sua operação, interface com o estágio social – e não apenas econômico – das comunidades.”
Debate sobre a regulamentação profissional do jornalista e a sua formação acadêmica no exercício das atividades de produção de conteúdo e de gestão de veículos de mídia comunitária.
A arte entendida como meio de conhecimento, hoje em dia, vem cedendo lugar a uma experiência que, ligada ao lazer e à diversão, envolve um número assustador de atravessadores.
A articulação de pessoas para as práticas colaborativas cria nuvens abertas de acesso e conexão, que se desdobra em fenômenos de solidariedade ciberespacial e que estão recolocando a cidadania no cenário digital.
Abordando a sociedade em rede, que tanto pode aprofundar as desigualdades e as diferenças no acesso, como pode fazer emergir possibilidades inusitadas, que, se bem aproveitadas, quebram velhos paradigmas das sociedades puramente territorializadas.
O que se vê, em toda extensão do que se convencionou denominar rede de comunicação social, é a centralidade dos aspectos mercantis da cultura apropriada pela indústria. Ou seja, a indústria cultural ditando a pauta e comportamentos por imposição do consumo de bens eleitos e consagrados por todos os meios de comunicação disponíveis.